• 3 outubro, 2017 | Moda, Tendência
    Pantacourt
  • O ouro chama bastante atenção por ser reluzente, precioso e sofisticado. Desde o início da humanidade, o metal nobre é símbolo de riqueza e poder pelo seu valor e pela dificuldade de ser encontrado: nos rios ou nas minas subterrâneas. O que muitas pessoas não sabem é que, na natureza, o ouro só pode ser achado na cor amarela. Mas então, de onde vêm o ouro branco e o rosé?

    Segundo a designer Cris Lemos, da CiS Joias, as demais tonalidades do ouro são obtidas através de misturas. “Prata, cobre, paládio (tão nobre quanto o ouro) e platina são os metais com coloração branca acinzentada mais utilizados na mistura com o ouro amarelo”, explica. De acordo com a profissional, normalmente mistura-se a prata e cobre em percentagens menores que o ouro para obter diferentes tons. “O cobre faz as peças mais rosadas. Já a prata acentua o amarelo claro”, afirma. “Estas misturas são utilizadas para dar liga ao material e assim moldá-lo de acordo com a forma desejada”, esclarece Cris, explicando ainda que as peças em ouro branco, produzidas pela grife, se destacam justamente pelo fato da utilização do paládio, que faz toda diferença à joia.

    Quanto ao valor de cada peça, Cris Lemos explica que o quilate de uma liga metálica (mistura de ouro com outros metais) é o que determina a pureza da peça. “No Brasil o mais usual é o 18k, que consiste em 75% do ouro puro e 25% de prata e cobre, em se tratando do ouro amarelo. Já o ouro branco é composto por 75% de ouro puro e 25% de paládio”, revela. Para entender melhor, 18K quer dizer que a peça possui 18 partes de ouro para seis partes de outros metais, que totalizam os 75%.

    Existem ainda as variações 14, 16 e 24 quilates. O primeiro, considerado pelo segmento joalheiro como baixo ouro, é bastante visto nos Estados Unidos, em joalherias comuns. O segundo também tem um custo mais em conta, contudo não é visto com tanta frequência. Já o último é ouro puro, e mais facilmente encontrado em Portugal. O material, entretanto, não costuma ser utilizado em joias, pois como não comporta outros componentes, o metal fica frágil e amassa com facilidade.

    A designer pontua que só um bom entendedor ou profissional desta área pode identificar o quilate da joia. “Para o leigo, a olho nu não há como verificar a diferença. O ourives risca o ouro com uma pedra e logo em seguida joga um ácido para ver a reação do material e assim avaliar o peso do ouro”, finaliza. Seja no tom amarelo, branco ou rosa, o ouro é um metal capaz de potencializar a beleza de qualquer joia.

    – anel em ouro amarelo – CiS Jóias

     

    – anel em ouro branco – Cis Jóias

     

    – brincos e anéis em ouro branco – CiS Jóias 

     

    – pulseira em ouro rosé – CiS Jóias

     

    – pulseira, anéis e brincos em ouro amarelo – CiS Jóias

     

     

    TODOS OS DIREITOS RESERVADOS (C) MADAME CARLOTA                        Programação: Sara Silva